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Roaz - Monte Gordo

Arrojamento de roaz juvenil na Praia de Monte Gordo

No dia 11/03/2025, arrojou na Praia de Monte Gordo, um golfinho-roaz (𝘛𝘶𝘳𝘴𝘪𝘰𝘱𝘴 𝘵𝘳𝘶𝘯𝘤𝘢𝘵𝘶𝘴), também

Necrópsia de fêmea gestante

Necrópsia de fêmea gestante

O dia de ontem foi marcado pela realização de mais uma necrópsia, nos laboratórios da RAAlg.

O

Golfinho à deriva - barra de Portimão

Golfinho à deriva na barra de Portimão

Na tarde de sábado, 1 de março, recebemos a informação que se encontrava à deriva, um golfinho morto

Outras notícias

07/01/2025

Baleia de barbas na Praia da Salema

No dia 17/11 recebemos um alerta para a presença de uma baleia de barbas na Praia da Salema, em Vila do Bispo. 

A análise revelou tratar-se de uma baleia-anã (𝘉𝘢𝘭𝘢𝘦𝘯𝘰𝘱𝘵𝘦𝘳𝘢 𝘢𝘤𝘶𝘵𝘰𝘳𝘰𝘴𝘵𝘳𝘢𝘵𝘢) do sexo masculino, com aproximadamente 7 metros de comprimento total.

As marcas de cabos presentes em várias partes do corpo do animal evidenciaram uma captura acidental, resultante de interação com artes de pesca.

Os relatos, por parte de pescadores, de encontros com baleias emaranhadas em artes de pesca têm sido muito frequentes nestes últimos anos de atividade da Rede de Arrojamentos do Algarve.

Reforçamos que a captura acidental, tanto de cetáceos como de outras espécies protegidas de peixes, tartarugas marinhas ou aves, se refere a uma captura não intencional causada pelo emaranhamento dos mesmos em artes de pesca destinada a outras espécies-alvo.

De forma a dar resposta à necessidade de reduzir este tipo de ocorrências têm sido desenvolvidos projetos envolvendo as comunidades científica e piscatória. De referir que além do impacto que as capturas acidentais podem causar em espécies vulneráveis, ameaçando a sobrevivência das mesmas, existem também prejuízos económicos para os pescadores resultantes destas interações, por danificação dos seus instrumentos de trabalho.

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Baleia de barbas - Praia da Salema
07/01/2025

Atualização das notícias da OZA

Ontem, ao fim do dia, tivemos notícias da Oza! 

A foca-cinzenta que tem sido avistada deste há uns tempos no Algarve, foi avistada ontem na foz do Guadiana, a desfrutar de uma farta refeição, ao pôr do sol.

Pelos comportamentos observados, a Oza aparenta continuar bem de saúde.

Se mantiver o seu rumo em direção a leste, dentro de algum tempo pode deixar de ser avistada em território português, uma vez que este último avistamento foi já no limite do Algarve, junto à fronteira com Espanha.

ATENÇÃO:

Visto tratar-se de um animal selvagem e com comportamento imprevisível, relembramos a importância de MANTER A DISTÂNCIA DE SEGURANÇA!

Ao manter a distância, estamos a proteger-nos a nós, evitando simultaneamente afugentar o animal, respeitando os seus momentos de descanso.

Apelamos que todos os avistamentos continuem a ser notificados às entidades competentes, para que a monitorização da Oza possa continuar a ser feita, assegurando o seu bem-estar! 

Nota: Visita as páginas de Facebook e Instagram da RAAlg para visualuzares o vídeo.

As imagens de vídeo foram cedidas por: Nuno Lourenço Correia

Oza
07/01/2025

Arrojamentos incomuns de botos

Entre os dias 15 e 16 de novembro, arrojaram na costa algarvia três botos (𝘗𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢 𝘱𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢), acontecimento este muito invulgar no Algarve.

O boto, também conhecido como toninha-comum é o menor cetáceo da nossa costa, apresentando um corpo robusto, sem bico pronunciado e raramente passando os 2 metros de comprimento.

Esta espécie distribui‐se em Portugal ao longo de toda a orla costeira embora seja mais frequente na zona Norte/Centro. Apesar de ser avistado por toda a costa algarvia, com maior ocorrência entre Albufeira e Sagres, os registos de arrojamentos nos últimos anos, nesta região, têm sido muito escassos.

Ao longo do ano corrente foram já registados seis arrojamentos de botos, dois deles no concelho de Lagos, um em Portimão, um em Tavira e o outro em Olhão. A análise das causas de morte permitiu apenas tirar conclusões acerca de dois deles, dada a avançada decomposição da maioria dos cadáveres.

A captura acidental foi comprovada em dois dos seis animais, os quais apresentavam marcas externas bastante evidentes. As lacerações nas barbatanas causadas por redes e os estilhaços de redes e cabos de pesca envoltos no pedúnculo caudal são indícios externos de interação óbvia com artes de pesca.

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Arrojamentos inconuns de botos