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Roaz - Monte Gordo

Arrojamento de roaz juvenil na Praia de Monte Gordo

No dia 11/03/2025, arrojou na Praia de Monte Gordo, um golfinho-roaz (𝘛𝘶𝘳𝘴𝘪𝘰𝘱𝘴 𝘵𝘳𝘶𝘯𝘤𝘢𝘵𝘶𝘴), também

Necrópsia de fêmea gestante

Necrópsia de fêmea gestante

O dia de ontem foi marcado pela realização de mais uma necrópsia, nos laboratórios da RAAlg.

O

Golfinho à deriva - barra de Portimão

Golfinho à deriva na barra de Portimão

Na tarde de sábado, 1 de março, recebemos a informação que se encontrava à deriva, um golfinho morto

Outras notícias

04/02/2025

Jornada anual dos doutorandos - Jan Hofman apresenta o plano de doutoramento

O nosso coordenador de terreno e estudante de doutoramento, integrado no grupo FBC - Fisheries, Biodiversity and Conservation Research Group, do CCMAR, apresentou o seu plano de doutoramento intitulado 𝘚𝘮𝘢𝘭𝘭 𝘤𝘦𝘵𝘢𝘤𝘦𝘢𝘯𝘴 𝘰𝘧 𝘴𝘰𝘶𝘵𝘩𝘦𝘳𝘯 𝘪𝘣𝘦𝘳𝘪𝘢𝘯 𝘸𝘢𝘵𝘦𝘳𝘴: 𝘦𝘤𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘤𝘢𝘭 𝘢𝘯𝘥 𝘣𝘪𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘤𝘢𝘭 𝘪𝘯𝘴𝘪𝘨𝘩𝘵𝘴 𝘵𝘰 𝘪𝘯𝘧𝘰𝘳𝘮 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘦𝘷𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯 𝘮𝘢𝘯𝘢𝘨𝘦𝘮𝘦𝘯𝘵. 

Esta apresentação esteve inserida na Jornada Anual dos doutorandos de Ciências Biológicas e Ciências Biotecnológicas, evento decorrido na Universidade do Algarve, Campus de Gambelas, na passada sexta-feira, 24 de janeiro.

Com vista ao cumprimento deste ambicioso plano, o Jan terá como supervisores, a coordenadora institucional da RAAlg e investigadora do CCMAR/UALG, Doutora Ana Marçalo, e ainda o Doutor Bruno Louro, investigador do CCMAR/CIMAR-LA e membro fundador da AppGenomics.

Desejamos que esta caminhada seja leve e de muita aprendizagem para o Jan, e que os resultados deste trabalho extenso possam contribuir para a conservação das espécies em estudo.

Mãos à obra!!! 

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Plano de Doutoramento - Jan Hofman
04/02/2025

Dificuldades na remoção de animais arrojados no Algarve - Arrojamento de boto na Praia de Faro

No passado dia 8, arrojou na Praia de Faro, um boto (𝘗𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢 𝘱𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢).

Uma vez que se encontrava numa zona remota e de difícil acesso aos meios de remoção, apesar de todos os esforços, a remoção do animal foi impossível de realizar, de forma célere.

A configuração topográfica da costa algarvia é bastante complexa, o que traz alguns desafios e limitações à remoção dos animais arrojados.

A zona ocidental do Algarve, o barlavento algarvio, a qual inclui a oeste parte da Costa Vicentina (entre Odeceixe e Sagres), é maioritariamente composta por escarpas imponentes que cobrem praias de difícil acesso ou até mesmo inacessíveis. Já a sul, existem também imensas praias inacessíveis por terra. Por outro lado, no sotavento algarvio, zona mais oriental do Algarve, os desafios prendem-se com a existência de ilhas barreira, dentro do Parque Natural da Ria Formosa, as quais dificultam o acesso e impossibilitam a remoção dos animais.

No caso do referido boto, o animal foi analisado e posteriormente enterrado numa zona próxima ao local do arrojamento, numa operação articulada entre a Polícia Marítima de Faro, a Proteção Civil de Faro, o Município de Faro, o ICNF e a equipa da RAAlg.

Este procedimento é efetuado apenas em algumas situações específicas e por motivos sanitários, ambientais ou logísticos, após avaliação e tomada de decisão pelas entidades competentes. A escolha do local deve prever a não contaminação das zonas afetas, pela decomposição do cadáver, assim como garantir que o enterro é feito longe de áreas onde a erosão ou as marés possam expor novamente o cadáver e evitar zonas sensíveis e de proteção como as dunas.

Gostaríamos de agradecer as todas as entidades envolvidas na resposta a este arrojamento, pois só assim foi possível efetuar o levantamento de informação completo acerca deste animal, garantindo, em simultâneo, todas as medidas de segurança e saúde pública adequadas.

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Boto na Praia de Faro
14/01/2025

Os fatores atmosféricos e os arrojamentos

Entre muitos outros fatores, as condições atmosféricas podem influenciar grandemente a frequência de arrojamentos numa determinada região. 

Desde o início do ano de 2025, a equipa da RAAlg deu resposta a três arrojamentos de cetáceos mortos, dois golfinhos-comuns (𝘋𝘦𝘭𝘱𝘩𝘪𝘯𝘶𝘴 𝘥𝘦𝘭𝘱𝘩𝘪𝘴) e um boto (𝘗𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢 𝘱𝘩𝘰𝘤𝘰𝘦𝘯𝘢), distribuídos pelos concelhos de Vila do Bispo, Portimão e Faro.

A chuva forte e ventos vindos do mar em direção à costa, podem ter sido determinantes para a ocorrência de alguns destes acontecimentos. A decomposição avançada dos cadáveres sugere que a morte destes animais possa ter ocorrido alguns dias ou até mesmo semanas, antes do arrojamento se ter proporcionado. 

ATENÇÃO: Dadas as previsões meteorológicas para os próximos dias, relembramos os contactos para o caso de encontro com um animal arrojado, ao longo de toda a costa portuguesa:

 𝗡𝗔𝗖𝗜𝗢𝗡𝗔𝗟 - 968 849 101

Rede ABRIGOS - Rede de Apoio a Mamíferos Marinhos

 𝗡𝗢𝗥𝗧𝗘 - 919 618 705

CRAM – ECOMARE – Centro de Reabilitação de Animais Marinhos

 𝗟𝗜𝗦𝗕𝗢𝗔 𝗘 𝗩𝗔𝗟𝗘 𝗗𝗢 𝗧𝗘𝗝𝗢 - 911 111 241

RALVT - Rede de Arrojamentos de Lisboa e Vale Tejo

 𝗔𝗟𝗘𝗡𝗧𝗘𝗝𝗢 - 932 004 615

ARROJAL - Apoio à Rede Nacional de Arrojamentos – Alentejo

𝗔𝗟𝗚𝗔𝗥𝗩𝗘

𝗔𝗥𝗥𝗢𝗝𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗠𝗢𝗥𝗧𝗢𝗦: RAAlg - Rede de Arrojamentos do Algarve - 968 688 233 ou regista o alerta na página www.raalg.pt

𝗔𝗥𝗥𝗢𝗝𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗢𝗦 𝗩𝗜𝗩𝗢𝗦: Porto d’Abrigo do Zoomarine – 289 560 300

𝗡𝗼𝘁𝗮: Caso tenhas dúvida sobre qual das redes de arrojamentos deves contactar, não te preocupes! Todas as redes estão em permanente contacto e a informação será transmitida. 

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Fatores atmosféricos e arrojamentos